on 19:37

Este é um convite do teu melhor amigo... Não recuses Aceita

Nestes dias eu toquei o Céu...

on 02:34



 Nestes dias eu toquei o Céu...          


De Natália Matos, para o meu Blog
Focos de Esperança na JMJ

Antes de começar a descrever esta experiência (o que vai ser muito difícil) transcrevo aqui um pequeno texto que uma amiga colocou no Facebook depois de vivermos esta aventura em comum com mais 17 pessoas.
Estas simples palavras acabam por transmitir, de uma forma muito sintetizada, e fiel, o que foi para mim esta semana.



Noite da partida para Madrid

«JMJ Madrid 2011: uma multidão de pessoas, sol q.b., uma pitada de vento, alguma chuva, poucas horas de sono, uma constipação envolvida de rouquidão, bastante confusão nas refeições e no metro, mas valeu a pena por toda a troca de experiências positivas, por todo o diálogo, e por toda a manifestação de Fé; por todas as pessoas que conheci e por todas as pessoas que revi; pelo silêncio arrepiante contrastando a alegria eufórica dos jovens; pelo encontro com o Papa Bento XVI.


Não há palavras para descrever estes dias... ("trago uma mochila difícil de despejar"). Fica a vontade de repetir e reviver esta miscelânea de sentimentos! ;-)
- “Esta és la juventud del Papa”».


Transcrevo-o e sublinho-o palavra por palavra.


Foi uma experiência muito gratificante, uma experiência que quero guardar com muito carinho assim como cada pessoa que me acompanhou e fez parte dela.



 
As multidões no Metro


 
Éramos um grupo de dezanove pessoas, representando a Juventude Blasiana (Focos de Esperança), e eu levando comigo a minha terra, sempre.

Foi uma alegria, um presente de Deus, poder participar nesta grande aventura.
Foram momentos de grande desgaste físico. Uma semana muito intensa.
As viagens de metro por si só já eram uma aventura (comecei a entender como as sardinhas enlatadas ficam). As refeições, muitas delas com filas de espera de duas a três horas, feitas no primeiro pedaço de chão livre que aparecesse, deixando qualquer etiqueta de lado. O sol e o calor abrasador, os litros e mais litros de água ingeridos a toda a hora como se não houvesse amanhã. A noite ao relento temendo um ataque de formigas gigantes. Dividindo o saco cama, com medo de mais chuva sem haver forma de nos proteger dela. Mesmo assim foi a noite mais divertida da semana.

As idas à casa de banho, naquele recinto, com quilómetros de fila e horas de espera, que faziam perder a vontade. A água que corria como um fio e demorava uma eternidade para encher duas garrafas, mais o tempo de espera até chegar a nossa vez. A troca de pins e bandeiras, com jovens de outros países, o que parecia mais a corrida do ‘quem consegue mais’...



Via - Sacra







Mas depois tínhamos os momentos altos que compensavam tudo e mais alguma coisa.

Cada encontro que tínhamos com o Papa era vivido com tanta intensidade que fazia-nos esquecer a dor de pés, dor de costas ou as pernas inchadas. Todos nós gritávamos: ‘Esta és la juventud del Papa!’. O espanhol tornava-se universal. Não havia barreiras entre nós. De repente falávamos todos a ‘mesma língua’.

Sentir uma multidão de jovens comovidos, sentir o nó na garganta em cada passo da via-sacra ao revivermos mais uma vez o caminho do calvário, pensei não sentir, mas senti. Sentir o silêncio no meio de mais de 1 milhão de jovens, na noite da vigília, pensei que não seria possível, mas foi. Sentir a chuva no corpo, ver o Santo Padre ‘desprotegido’ e de repente todos nós gritávamos ‘no pasa nada’, como se, num gesto, estivéssemos a colocar a mão no seu ombro e a consolá-lo, dizendo-lhe que não se preocupasse porque estávamos bem e tudo também iria correr bem. Também pensei que isto não fosse possível, mas foi, eu estava lá e gritei com eles. E falo num grito de mais de 1 milhão de pessoas. Uma sensação nunca antes vivida.


Cuatro Vientos momentos antes da vigília

Conhecem aquele cântico que diz ‘há um só corpo e um só espírito’? É isso! Um só corpo, a mesma fé, uma mesma Pessoa que nos levava a estar ali. Não foi nenhum artista, nem nenhuma banda de rock. Não foi nenhum Cristiano Ronaldo nem nenhum actor de Hollywood quem fez com que mais de 1 milhão de jovens se encontrassem em Madrid durante uma semana passando pelas várias provações e comungando da mesma fé.

Ali pude sentir a força de uma Igreja jovem, e dali consigo tirar forças para nunca cair na tentação de achar que a Igreja está ultrapassada, antiquada ou o que quer que seja. Tenho de demonstrar o contrário, que está bem viva, e cheia de energia, essa é a minha, a nossa missão. São estes momentos que nos permitem pensar de forma positiva e a ter esperança no ‘trabalho’ que desempenhamos na nossa paróquia.


Uma jovem do grupo e eu

Guardo cada momento num lugar especial, mas tenho dificuldade em transmitir-vos o quanto vivi nestes dias. Fica esta simples partilha na esperança que chegue a cada um, um bocadinho dessa experiência. Acreditem, nestes dias eu toquei o Céu.
 
De facto trago uma mochila difícil de despejar, e agora com os pés de novo na terra tentar
ei dar sentido ao apelo de Bento XVI: "Não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa Fé."
 

on 12:35

Itinerário  quaresmal

«Eis que subimos a Jerusalém. O Filho do Homem será entregue nas mãos dos pagãos, dos sumos-sacerdotes e dos escribas para ser flagelado, humilhado e crucificado» (cf Mt 20,18). Ao dizer isto aos Seus discípulos, Cristo anunciava o que estava de acordo com a predições dos profetas, pois eles tinham previsto a Sua morte, e que esta teria lugar em Jerusalém. [...] Compreendemos porque é que o Verbo de Deus que, de outra forma não sofreria, teve de suportar a Paixão; porque o homem não podia ter sido salvo de outra forma. Só Ele o sabia, assim como aqueles a quem Ele o revelara. De facto, Ele sabia tudo o que vem do Pai, porque o «Espírito penetra até às profundezas dos mistérios divinos» (1Cor 2, 10).

«Era necessário que Cristo sofresse» (Lc 24, 26): era completamente impossível que a Paixão não tivesse acontecido, como Ele próprio afirmou quando chamou «lentos a acreditar» e «sem inteligência» àqueles que não sabiam que Cristo tinha de sofrer assim para entrar na Sua Glória (Lc 24, 25). De facto, Ele veio para salvar o Seu povo, renunciando à «glória que tinha junto do Pai antes do início do mundo» (Jo 17, 5). Esta salvação era a perfeição que devia concretizar-se pela Paixão, e que será atribuída ao autor da nossa vida, segundo o ensinamento de São Paulo: «Ele foi o autor da nossa vida ao atingir a perfeição através dos Seus sofrimentos» (Heb 2, 10).
Vemos como a glória de Filho Único, da qual tinha sido afastado durante algum tempo em nosso favor, Lhe foi devolvida pela cruz na carne que Ele tinha adoptado. São João afirma-o de facto no seu Evangelho, quando explica que foi sobre esta água que o Salvador disse que «brotaria como um rio do coração do crente. Ora, ao dizer isto, Ele falava do Espírito Santo que haviam de receber aqueles que acreditassem nEle. De facto, o Espírito Santo não tinha ainda sido dado, porque Jesus não tinha entrado ainda na Sua glória» (Jo 7, 38-39). Aquilo a que Ele chama a Sua glória é a Sua morte na cruz. Esta é a razão pela qual o Senhor, quando rezava antes de padecer na cruz, pedia ao Pai para Lhe dar esta «glória que Ele tinha junto dEle antes do início do mundo».

Santo Anastácio de Antioquia
 
enviado por Natália Matos para o meu Blog

on 01:27


Venerável
Joaquim Alves Brás, sacerdote


O Apóstolo da Família em Portugal, é agora no Céu o advogado das famílias junto de Deus

São muitas  as pessoas que todos os dias fazem chegar à postulação notícias de graças recebidas


  Oração

Ó Deus Uno e Trino, que destes ao Vosso servo venerável Joaquim Alves Brás, sacerdote, a graça de viver o seu sacerdócio no amor à SS. Trindade e nas virtudes da Sagrada Família a de Nazaré, tornando-se um apóstolo incansável da família cristã, dignai-Vos enaltecer o seu testemunho como modelo para toda a Igreja, para que à imagem da comunhão trinitária, cresça o amor pelos irmãos mais carenciados e se multiplique o zelo apostólico pela santificação das famílias.
Concedei-nos, Senhor, pela intercessão do Vosso servo venerável Joaquim Alves Brás, a graça … que Vos pedimos segundo a Vossa vontade e para glória do Vosso nome, Amén.





Neste mês que lhe é especialmente dedicado, lembramos as bem-aventuranças do lar que com frequência proclamava com alegria e entusiasmo e constituíam sinal do projecto da Boa Nova de que se sentia portador:




Bem-aventurada a casa onde marido e mulher reciprocamente se doam na totalidade de suas vidas porque nela o amor não conhecerá ocaso.

Bem-aventurada a casa que se torna berço e escola da vida, porque nela jamais haverá tristeza e solidão

Bem-aventurada a casa onde se reza, porque ela é a morada do senhor.

Bem-aventurada a casa onde os filhos encontram nos pais o exemplo das virtudes porque ela será o santuário do amor.

Bem-aventurada a casa onde os pais são escutados e venerados pelos filhos porque ela será o vestíbulo do céu.

Bem-aventurada a casa, onde se lê em comum a Bíblia, o catecismo e a vida dos santos, porque nela a fé será sempre viva e luminosa.

Bem-aventurada a casa onde se guardam os dias santos, porque os que nela habitam tomarão parte nas festas celestes.

Bem-aventurada a casa onde se chama o sacerdote para assistir aos doentes, porque aí os sofrimentos serão doces e a morte abençoada.

Bem-aventurada a casa em que a porta se abre a quem bate e não se recusa o pão ao faminto porque jamais nela se acabará o azeite na almotolia nem a farinha no alqueire

Focos de Esperança presentes mais uma vez atraves do meu Blog

on 21:37

Mensagem Focos

on 21:23

Focos de esperança escrevem para o meu blogue

on 17:43

on 17:36

on 18:12

on 18:10