on 11:16

                                             Festa da Apresentação de Jesus no Templo

Eis que veio a luz verdadeira que ilumina todo o homem que vem a este mundo. Deixemo-nos, todos nós, irmãos, iluminar para que brilhe em nós esta luz verdadeira.

Nenhum fique excluído deste esplendor, nenhum persista em continuar imerso na noite, mas avancemos todos juntos ao seu encontro e com o velho Simeão recebamos a luz clara e eterna; associemo-nos à sua alegria e cantemos com ele um hino de acção de graças ao Pai da Luz, que enviou a luz verdadeira e, afastando todas as trevas, nos fez participantes do seu esplendor. (S. Sonfrónio, LH)

on 10:24



Unidade dos Cristãos

Unidade do coração e da inteligência

Se há, pois, alguma consolação em Cristo, algum conforto na caridade, alguma comunhão pelo Espírito de ternura e misericórdia, tornai completa a minha alegria, tende todos o mesmo pensar, a mesma caridade, uma só alma e um mesmo sentir.
Nada façais por espírito de partido ou por vanglória, mas, com humildade, considerai os outros superiores a vós memsmos, sem atender cada um a seus próprios interesses, mas aos dos outros. 
  Tende entre vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus.  (Fil 2,1-5)

Concedei Senhor a todos nós cristãos, a graça de aprendermos a conformar os nossos sentimentos aos sentimentos de Cristo Jesus, para nos tornarmos  uma verdadeira família de filhos de Deus.

Solenidade da Epifania

on 11:29

Se soubesses quem é este Menino…


Como os Magos irias dos confins do mundo para O adorar…

Nós, cristãos, continuamos a perguntar-nos pelo Menino…

Na solenidade da Epifania, contemplamos e celebramos o mistério do nascimento deste Menino - Jesus Salvador da humanidade.

Guiados pela estrela singular da Palavra de Deus, a Escritura Sagrada, como outrora os Magos do Oriente, continuamos a perscrutar o céu, não para procurar «ler» o futuro nos astros, ou eventualmente para obter disto algum lucro; ou para aproveitar da crise que passa, mas na busca da verdadeira riqueza, da luz que ilumina os caminhos da vida, convictas de que a mesma criação nos aponta o Criador.

É certo que de vez em quando, as luzes da cidade nos dificultam ver a estrela, e assoma em nós a dúvida acerca do Menino. Como Herodes somos tentados a vê-Lo como um rival, alguém que impõe limites à nossa vida e não nos permite dispor da nossa existência a nosso bel-prazer. E ofuscamo-Lo. Então surge outra vez a escuridão, o medo, o temor, a insatisfação, o tédio, a dispersão. Mas de novo também a observação… Se soubesses quem é este Menino?!…

Como os Magos, perdemos a estrela deixamos de ver o seu brilho, de ler os sinais, e somos tentados a seguir outras estrelas ou a encerrar-nos nos limites cegos da razão, a procurá-Lo nos palácios reais, ou entre os sábios e poderosos. Como os Magos, precisamos de retomar o caminho, tornar-nos simples e humildes, para redescobrir de novo a estrela da fé, que nos indica o caminho, a verdade que nos manifesta a ternura de Deus, o amor todo-poderoso, o único que nos oferece a possibilidade de viver em plenitude.

A contemplação do presépio leva-nos à contemplação do mundo, e a ler nele a sabedoria do Criador, a fantasia inesgotável de Deus, o seu amor infinito por nós. Na beleza do mundo, no seu mistério, na sua grandeza e na sua racionalidade podemos ler a racionalidade eterna, e deixar-nos guiar por ela até ao único Deus, Criador do céu e da terra. Como os Magos precisamos de aprender que os critérios de Deus são diferentes dos nossos.

Alegremo-nos… porque Aquele que criou o mundo e nasceu na gruta de Belém continua a habitar no meio de nós na Eucaristia e quer conduzir-nos para a vida eterna.

Que o nosso caminho seja sempre iluminado pela Palavra de Deus, e o reflexo da luz de Cristo em nós, fará de nós estrelas a guiar outros Magos.

                                                                     ****

Para quem quiser recordar a narrativa doEvangelhos de (Mateus 2,1-11)

Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo de Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do oriente.

Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? – perguntavam. Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo.

Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes perturbou-se e toda a Jerusalém com ele. E, reunindo todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo, perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: Em Belém da Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: E tu, Belém terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as pricipais cidades de Judá; porque de ti sairá o Principe que apascentará o meu povo Israel.

Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes mais informações exactas sobre a data em que a estrela lhes havia aparecido. E, enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide informai-vos cuidadosamente acerca do Menino e depois de O encontrardes vinde comunicar-mo para que também eu vá adorá-Lo. Após as palavras do rei puseram-se a caminho. E a estrela , que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o Menino, parou. Ao ver a estrela sentiam grande alegria e entrando na casa viram o Menino com Maria sua mãe. Prostrando-se adoraram-no, e abrindo os seus cofres, ofereceram-lhe presentes: Oro, incenso e mirra.

Por ti... só por ti.

on 15:34

Queres um ano 2012 feliz?!...



Entra nele na companhia do teu melhor amigo.

Uma amigo invisível…
Mas um verdadeiro amigo.
Um amigo extraordinário…
Um amigo ímpar…
O único verdadeiro… tão verdadeiro que:
Veio do céu à terra por ti.
Fez-se homem por ti.
Por ti nasceu, criança como tu…comeu, dormiu, brincou, trabalhou.
Viveu nesta terra 33 anos por ti.
Sofreu e morreu condenado numa cruz por ti.
Ressuscitou e vive para sempre, só por ti…
Entrar no ano 2012 com um amigo assim,
É garantir viver bem cada dia cada hora, cada momento do ano.
Mais do que com muito dinheiro, ou a euforia do prazer, é viver
Na aventura da vida vivida na paz e no amor sem fim,
Na liberdade sem o vírus da maldade
Na eternidade sem tempo,
Na gratidão dos momentos bons, e dos maus a esperança.
Na luminosa visão de cada dia e na felicidade para todo o sempre.
Porque com Ele superarás o mal radicado na tua e na história do mundo.
Não mais te separarás do teu Deus…
Sairás do labirinto do mal,
Superarás as dificuldades e perigos,
Atravessarás as areias movediças do deserto, e alcançarás a terra firme da verdade, do bem e do amor. Serás feliz!...

on 01:48

Os meus votos de Natal ...

Que o Natal 2011, seja  Natal  a sério...
Com mais ou menos dinheiro, mais ou menos presentes,
ou talvez menos folia, o que realmente importa, é que no coração de cada homem, criança ou adulto, jovem ou idoso, homem ou mulher, negro ou branco, haja amor, paz e harmonia.
E que a ternura de Deus Menino
dos braços da Virgem Maria 
guie os nossos destinos
em cada hora do dia.


on 13:46


Dia de todos os Santos



“Se soubesses quem é Aquele que te pede água tu é que lha pedirias e Ele dar-te-ia uma água viva” (Jo 4, 10, ss)

Santos são, não só aqueles que veneramos nos altares das nossas igrejas, e que foram reconhecidos tais e proclamados pela Sé Apostólica, mas todos aqueles que aprenderam com a Samaritana a  beber da água que Jesus lhe ofereceu e oferece hoje, a mim, a ti, a cada homem e mulher que vive sobre a face da terra, independentemente da sua cor, raça e religião.

“Se alguém tem sede venha a Mim e beba! Do seio daqueles que acreditam em Mim, correrão rios de água viva” (Jo 7,37-38)

Hoje é, então, o nosso dia, o meu dia, o teu dia. O dia de encontro com Jesus; o dia da mudança radical, que nos permite tomar consciência do nosso passado e reorientarmos o nosso futuro para este Cristo que se nos revela como fontanário da água viva; O dia para deixarmos de beber da água estagnada do poço que não tem qualidade para saciar a sede de infinito que nos mata, e começar a beber da água da vida que irriga o nosso ser e o revigora, fazendo brotar dele um rio de água viva – a água da sabedoria, da luz, da verdade, do amor, da misericórdia, da paz, da felicidade dos santos.

Dulce

on 19:37

Este é um convite do teu melhor amigo... Não recuses Aceita

Nestes dias eu toquei o Céu...

on 02:34



 Nestes dias eu toquei o Céu...          


De Natália Matos, para o meu Blog
Focos de Esperança na JMJ

Antes de começar a descrever esta experiência (o que vai ser muito difícil) transcrevo aqui um pequeno texto que uma amiga colocou no Facebook depois de vivermos esta aventura em comum com mais 17 pessoas.
Estas simples palavras acabam por transmitir, de uma forma muito sintetizada, e fiel, o que foi para mim esta semana.



Noite da partida para Madrid

«JMJ Madrid 2011: uma multidão de pessoas, sol q.b., uma pitada de vento, alguma chuva, poucas horas de sono, uma constipação envolvida de rouquidão, bastante confusão nas refeições e no metro, mas valeu a pena por toda a troca de experiências positivas, por todo o diálogo, e por toda a manifestação de Fé; por todas as pessoas que conheci e por todas as pessoas que revi; pelo silêncio arrepiante contrastando a alegria eufórica dos jovens; pelo encontro com o Papa Bento XVI.


Não há palavras para descrever estes dias... ("trago uma mochila difícil de despejar"). Fica a vontade de repetir e reviver esta miscelânea de sentimentos! ;-)
- “Esta és la juventud del Papa”».


Transcrevo-o e sublinho-o palavra por palavra.


Foi uma experiência muito gratificante, uma experiência que quero guardar com muito carinho assim como cada pessoa que me acompanhou e fez parte dela.



 
As multidões no Metro


 
Éramos um grupo de dezanove pessoas, representando a Juventude Blasiana (Focos de Esperança), e eu levando comigo a minha terra, sempre.

Foi uma alegria, um presente de Deus, poder participar nesta grande aventura.
Foram momentos de grande desgaste físico. Uma semana muito intensa.
As viagens de metro por si só já eram uma aventura (comecei a entender como as sardinhas enlatadas ficam). As refeições, muitas delas com filas de espera de duas a três horas, feitas no primeiro pedaço de chão livre que aparecesse, deixando qualquer etiqueta de lado. O sol e o calor abrasador, os litros e mais litros de água ingeridos a toda a hora como se não houvesse amanhã. A noite ao relento temendo um ataque de formigas gigantes. Dividindo o saco cama, com medo de mais chuva sem haver forma de nos proteger dela. Mesmo assim foi a noite mais divertida da semana.

As idas à casa de banho, naquele recinto, com quilómetros de fila e horas de espera, que faziam perder a vontade. A água que corria como um fio e demorava uma eternidade para encher duas garrafas, mais o tempo de espera até chegar a nossa vez. A troca de pins e bandeiras, com jovens de outros países, o que parecia mais a corrida do ‘quem consegue mais’...



Via - Sacra







Mas depois tínhamos os momentos altos que compensavam tudo e mais alguma coisa.

Cada encontro que tínhamos com o Papa era vivido com tanta intensidade que fazia-nos esquecer a dor de pés, dor de costas ou as pernas inchadas. Todos nós gritávamos: ‘Esta és la juventud del Papa!’. O espanhol tornava-se universal. Não havia barreiras entre nós. De repente falávamos todos a ‘mesma língua’.

Sentir uma multidão de jovens comovidos, sentir o nó na garganta em cada passo da via-sacra ao revivermos mais uma vez o caminho do calvário, pensei não sentir, mas senti. Sentir o silêncio no meio de mais de 1 milhão de jovens, na noite da vigília, pensei que não seria possível, mas foi. Sentir a chuva no corpo, ver o Santo Padre ‘desprotegido’ e de repente todos nós gritávamos ‘no pasa nada’, como se, num gesto, estivéssemos a colocar a mão no seu ombro e a consolá-lo, dizendo-lhe que não se preocupasse porque estávamos bem e tudo também iria correr bem. Também pensei que isto não fosse possível, mas foi, eu estava lá e gritei com eles. E falo num grito de mais de 1 milhão de pessoas. Uma sensação nunca antes vivida.


Cuatro Vientos momentos antes da vigília

Conhecem aquele cântico que diz ‘há um só corpo e um só espírito’? É isso! Um só corpo, a mesma fé, uma mesma Pessoa que nos levava a estar ali. Não foi nenhum artista, nem nenhuma banda de rock. Não foi nenhum Cristiano Ronaldo nem nenhum actor de Hollywood quem fez com que mais de 1 milhão de jovens se encontrassem em Madrid durante uma semana passando pelas várias provações e comungando da mesma fé.

Ali pude sentir a força de uma Igreja jovem, e dali consigo tirar forças para nunca cair na tentação de achar que a Igreja está ultrapassada, antiquada ou o que quer que seja. Tenho de demonstrar o contrário, que está bem viva, e cheia de energia, essa é a minha, a nossa missão. São estes momentos que nos permitem pensar de forma positiva e a ter esperança no ‘trabalho’ que desempenhamos na nossa paróquia.


Uma jovem do grupo e eu

Guardo cada momento num lugar especial, mas tenho dificuldade em transmitir-vos o quanto vivi nestes dias. Fica esta simples partilha na esperança que chegue a cada um, um bocadinho dessa experiência. Acreditem, nestes dias eu toquei o Céu.
 
De facto trago uma mochila difícil de despejar, e agora com os pés de novo na terra tentar
ei dar sentido ao apelo de Bento XVI: "Não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria da vossa Fé."
 

on 12:35

Itinerário  quaresmal

«Eis que subimos a Jerusalém. O Filho do Homem será entregue nas mãos dos pagãos, dos sumos-sacerdotes e dos escribas para ser flagelado, humilhado e crucificado» (cf Mt 20,18). Ao dizer isto aos Seus discípulos, Cristo anunciava o que estava de acordo com a predições dos profetas, pois eles tinham previsto a Sua morte, e que esta teria lugar em Jerusalém. [...] Compreendemos porque é que o Verbo de Deus que, de outra forma não sofreria, teve de suportar a Paixão; porque o homem não podia ter sido salvo de outra forma. Só Ele o sabia, assim como aqueles a quem Ele o revelara. De facto, Ele sabia tudo o que vem do Pai, porque o «Espírito penetra até às profundezas dos mistérios divinos» (1Cor 2, 10).

«Era necessário que Cristo sofresse» (Lc 24, 26): era completamente impossível que a Paixão não tivesse acontecido, como Ele próprio afirmou quando chamou «lentos a acreditar» e «sem inteligência» àqueles que não sabiam que Cristo tinha de sofrer assim para entrar na Sua Glória (Lc 24, 25). De facto, Ele veio para salvar o Seu povo, renunciando à «glória que tinha junto do Pai antes do início do mundo» (Jo 17, 5). Esta salvação era a perfeição que devia concretizar-se pela Paixão, e que será atribuída ao autor da nossa vida, segundo o ensinamento de São Paulo: «Ele foi o autor da nossa vida ao atingir a perfeição através dos Seus sofrimentos» (Heb 2, 10).
Vemos como a glória de Filho Único, da qual tinha sido afastado durante algum tempo em nosso favor, Lhe foi devolvida pela cruz na carne que Ele tinha adoptado. São João afirma-o de facto no seu Evangelho, quando explica que foi sobre esta água que o Salvador disse que «brotaria como um rio do coração do crente. Ora, ao dizer isto, Ele falava do Espírito Santo que haviam de receber aqueles que acreditassem nEle. De facto, o Espírito Santo não tinha ainda sido dado, porque Jesus não tinha entrado ainda na Sua glória» (Jo 7, 38-39). Aquilo a que Ele chama a Sua glória é a Sua morte na cruz. Esta é a razão pela qual o Senhor, quando rezava antes de padecer na cruz, pedia ao Pai para Lhe dar esta «glória que Ele tinha junto dEle antes do início do mundo».

Santo Anastácio de Antioquia
 
enviado por Natália Matos para o meu Blog

on 01:27


Venerável
Joaquim Alves Brás, sacerdote


O Apóstolo da Família em Portugal, é agora no Céu o advogado das famílias junto de Deus

São muitas  as pessoas que todos os dias fazem chegar à postulação notícias de graças recebidas


  Oração

Ó Deus Uno e Trino, que destes ao Vosso servo venerável Joaquim Alves Brás, sacerdote, a graça de viver o seu sacerdócio no amor à SS. Trindade e nas virtudes da Sagrada Família a de Nazaré, tornando-se um apóstolo incansável da família cristã, dignai-Vos enaltecer o seu testemunho como modelo para toda a Igreja, para que à imagem da comunhão trinitária, cresça o amor pelos irmãos mais carenciados e se multiplique o zelo apostólico pela santificação das famílias.
Concedei-nos, Senhor, pela intercessão do Vosso servo venerável Joaquim Alves Brás, a graça … que Vos pedimos segundo a Vossa vontade e para glória do Vosso nome, Amén.





Neste mês que lhe é especialmente dedicado, lembramos as bem-aventuranças do lar que com frequência proclamava com alegria e entusiasmo e constituíam sinal do projecto da Boa Nova de que se sentia portador:




Bem-aventurada a casa onde marido e mulher reciprocamente se doam na totalidade de suas vidas porque nela o amor não conhecerá ocaso.

Bem-aventurada a casa que se torna berço e escola da vida, porque nela jamais haverá tristeza e solidão

Bem-aventurada a casa onde se reza, porque ela é a morada do senhor.

Bem-aventurada a casa onde os filhos encontram nos pais o exemplo das virtudes porque ela será o santuário do amor.

Bem-aventurada a casa onde os pais são escutados e venerados pelos filhos porque ela será o vestíbulo do céu.

Bem-aventurada a casa, onde se lê em comum a Bíblia, o catecismo e a vida dos santos, porque nela a fé será sempre viva e luminosa.

Bem-aventurada a casa onde se guardam os dias santos, porque os que nela habitam tomarão parte nas festas celestes.

Bem-aventurada a casa onde se chama o sacerdote para assistir aos doentes, porque aí os sofrimentos serão doces e a morte abençoada.

Bem-aventurada a casa em que a porta se abre a quem bate e não se recusa o pão ao faminto porque jamais nela se acabará o azeite na almotolia nem a farinha no alqueire